Irmão resgata corpo em reserva indígena e leva à polícia

Familiar transportou vítima de homicídio até a delegacia de Espigão d’Oeste devido à falta de acesso na região.
Irmão resgata corpo de homem morto a tiros em reserva indígena e o leva até delegacia em RO

publicidade

Um homem de 51 anos, identificado como Marinaldo Farias de Oliveira, foi achado morto com marcas de disparos na Reserva Indígena Roosevelt, a aproximadamente 150 km de Espigão d’Oeste (RO). Por causa da complicação para chegar ao ponto, o irmão da vítima precisou retirar o corpo sozinho e transportá-lo até a delegacia na segunda-feira (2) para o registro oficial do caso.

Reserva Indígena Roosevelt em Rondônia

Conforme o registro policial, a hipótese é de que Marinaldo tenha sido assassinado no fim da tarde de sábado (31). O irmão informou às autoridades que tomou conhecimento do episódio por volta do meio-dia de domingo (1º), depois que uma testemunha andou vários quilômetros para comunicar o fato.

Um indivíduo foi indicado pelos denunciantes como o provável autor do homicídio. Ele alegou que Marinaldo caiu em uma armadilha de caça e indicou aos parentes o local exato onde o corpo se encontrava.

Resgate e investigação na delegacia

Depois de caminharem cerca de 15 quilômetros, os parentes acharam a vítima sem vida às margens de uma via, apresentando marcas de tiros na cabeça e na parte superior do corpo. O cadáver foi inserido em um automóvel e conduzido à delegacia de Polícia Civil de Espigão d’Oeste, junto com o suspeito.

Leia Também:  Mulher de 36 anos é morta a tiros dentro de casa em Jaru; ex-marido é detido pela PM

Na delegacia, o indivíduo prestou depoimento ao delegado plantonista, que optou por não efetuar a prisão em flagrante. Uma espingarda acabou apreendida, e a Polícia Civil abriu um inquérito para apurar os detalhes da morte.

Dificuldade de acesso relatada

O irmão da vítima contou que, antes de realizar o transporte, procurou a Polícia Militar (PM), mas recebeu a orientação de buscar o corpo com o auxílio de familiares por causa da ausência de acesso para as equipes policiais.

Procurada pela Rede Amazônica, a Polícia Militar declarou em nota que a região apresenta difícil acesso e impede o tráfego de viaturas.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

Portal Daki
Resumo sobre Privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a você a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas no seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você acha mais interessantes e úteis.

Saiba mais lendo nossa Política de Privacidade